Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.provenanceUniversidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación-
dc.creatorRodrigues, Ana Claudia-
dc.date2012-
dc.date.accessioned2019-07-04T15:08:42Z-
dc.date.available2019-07-04T15:08:42Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifierhttp://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.2577/ev.2577.pdf-
dc.identifier.urihttp://rodna.bn.gov.ar/jspui/handle/bnmm/331635-
dc.descriptionO presente artigo surgiu com o intuito de trazer à luz a análise do filme O céu que nos protege, de Bernardo Bertolucci (1990). Baseado no livro homônimo de Paul Bowles - publicado pela primeira vez em Londres (1949), pela John Lehmann Ltda. - o filme O céu que nos protege narra a história de um casal (Kit, Debra Winger, e Port, John Malkovich) que, em meio à deterioraçao que se instalou na Europa após a Segunda Guerra Mundial, decide conhecer o deserto africano, ao lado de um amigo, Tunner (Campbell Scott), que mais tarde tornar-se-ia amante de Kit. Na trajetória pela Africa, o casal e o amigo terao parcialmente a companhia da família Lyle (Jill Bennett, sra. Lyle, e Timothy Spall, Eric Lyle). Ainda que sob o impacto de uma nova geografia, e, portanto, distante do caos que varria a Europa, Port e Kit traziam consigo a aridez afetiva de um casamento que se arrastava há mais de dez anos. O deserto do Saara anunciar-se-ia como o espelho do próprio estado desertificado do casal - a incomunicabilidade. Frente à ausência de um diálogo genuíno, restava-lhes a frivolidade comportamental, fato que os levaria a uma avalanche de acontecimentos. Impossibilitados de dizerem a verdade acerca de seus anseios e aversoes, Port e Kit deixavam sempre em suspenso aquilo que mais lhes incomodava. Diante de um turbilhao de sentimentos, restava-lhes o medo do ridículo, da impotência, já que é comum tornarmo-nos vulneráveis diante do "outro" para o qual confessamos o nosso sentimento: dá lhe força e insubmissao; e a nós, que despimos nossa alma, dao-nos suscetibilidade e fraqueza, como se estivéssemos à beira de uma mendicância de afeto - seria humilhante. Portanto, Port e Kit caminhavam para o oposto do que pulsava internamente - para o silêncio, e, por conseguinte, para a fugacidade da própria verdade submersa de ambos-
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagepor-
dc.relationhttp://citclot.fahce.unlp.edu.ar/actas-2012/listado-alfabetico-de-autores-
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess-
dc.rightshttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/-
dc.sourceVIII Congreso Internacional Orbis Tertius de Teoría y Crítica Literaria, 2012; La Plata, Argentina, 7 al 9 de mayo de 2012-
dc.sourceISSN 2250-5741-
dc.sourcereponame:Memoria Académica (UNLP-FAHCE)-
dc.sourceinstname:Universidad Nacional de La Plata. Facultad Humanidades y Ciencias de la Educación-
dc.sourceinstacron:UNLP-FAHCE-
dc.source.urihttp://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.2577/ev.2577.pdf-
dc.subjectLiteratura-
dc.subjectModernidade-
dc.subjectLiquidez-
dc.subjectDesertificaçao-
dc.subjectDiálogo-
dc.subjectTempo-
dc.titleRelaçoes áridas : Ausência de humanidade em O céu que nos protege-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/conferenceObject-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.typeinfo:ar-repo/semantics/documentoDeConferencia-
Aparece en las colecciones: Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación

Ficheros en este ítem:
No hay ficheros asociados a este ítem.